domingo, 28 de agosto de 2011

Postado por umalguém às 19:36:00
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- o dia está meio ruim, será que irá chover? Perguntou ele, como quem não quer nada.
- pouco importa como está tempo, só quero sair desse lugar, só quero voltar a viver como antes. Respondeu-lhe com uma voz fraca e um sorriso sem direção.
Ele sabia que poderia mudar a vida dela com todo amor que guardava durante tempos, mas também sabia que no momento isso poderia estragar tudo, afinal se ela soubesse que seu melhor amigo era completamente louco por ela, ficaria mais confusa do que estava e conhecendo ela como Artur conhecia, sabia que ela acabaria se afastando dele e isso era tudo que ele não queria como já havia dito, ele esperaria mais cem anos por ela, não seria necessário nenhum desespero, afinal eles tinham todo tempo do mundo.
- vamos logo, disse ela num tom de pressa.
Ela então, esperou Artur entrar primeiro no táxi, e logo que entrou foi logo colocando sua cabeça no seu ombro, Artur então, começava a puxar assuntos, contar piadas só para ter o privilégio de vê-la sorrir, sim era um privilegio, o simples fato de ela sorrir tornava o pior dos dias, no mais maravilhoso de todos.
- Chegamos ao aeroporto, disse o taxista.
Naquele instante ele percebe que ela havia adormecido e então pede ao taxista que leve as malas, enquanto ele a carrega no colo.
Entrou então, Artur agradeceu e pagou o taxista e foi logo para o embarque, entrou então no avião, sentou-se e ajeitou Lucy que ainda estava adormecida. Ele começava a se preocupar, pois ela havia dormido a noite, mas imaginou que ela estava então cansada, exausta e deixou-lhe dormir, o vôo era para perto, acreditava ele então que logo ela acordaria.
Teve uma turbulência, chuva e nada de Lucy acordar, Artur começava a se preocupar.
As horas iam passando e sua preocupação aumentando, logo que o avião posou pegou-a no colo e a carregou para um táxi, deixo malas e tudo mais, preocupava-se apenas em acordá-la.
- Pare no primeiro hospital, vá corra. Disse Artur em tom de desespero, seu medo de perdê-la começou a crescer e lagrimas já caiam do seu rosto, ele a abraçava e chorando pedia que acordasse, ele não sabia como isso havia acontecido, seu medo aumentava e seu desespero crescia. Chegando ao hospital, sem pestanejar invadiu o mesmo, pedindo que socorresen, logo vem uma médica e antes que ela perguntasse, ele diz.
- ela não acorda desde que saímos de casa, no avião, ela não acorda. Salve ela, é só o que lhe peço.
A doutora então, manda dois enfermeiros colocarem Lucy em uma maca, para que então sejam feitos exames.
Artur senta-se e com as mãos na cabeça, em lágrimas começa a se arrepender de não ter lhe dito tudo que sentia, [..]

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