quarta-feira, 31 de outubro de 2012

palavras embaralhadas sobre um sentimento vago

Postado por umalguém às 20:57:00 0 comentários
basta você sorrir pra mim que me enlouqueço toda não importa o que foi feito a mim, nesses momentos o egoísmo some! O orgulho morre. Me sinto tomada por fragilidade e vulnerabilidade ... deixasse-me sem ter porque e eu fiquei aqui só, sem querer. Impossível é entender a situação, grandes e deliciosos momentos de grandiosas e belas alegrias compartilhadas e hoje nem me olhas mais .. teu rosto foge do meu olhar, que busca encontrar uma resposta um caminho uma solução que acabe com a minha solidão, de vez. se gostar tanto de alguém tornou-se algum crime e não me foi avisado não pretendo pagar por isso, falasse-me antes, oras. Não gosto do que sinto. Odeio o que sinto, na verdade. Preferia mil facas ferindo-me, do que continuar a sentir o profundo o vazio que habita meu peito, saiba que lhe quero bem .. mas bem longe de mim! Trouxe-me a melancolia agonia de viver só, a espera de resposta que jamais chegarão, e ainda assim gosto de ti, mesmo que em vão ..
Postado por umalguém às 20:44:00 0 comentários
"são nossos atos impulsivos que levam nossas vidas para frente. pensar sempre é bobagem e deixa a gente maluco, mais vale mil decisões tomadas "a lá loca", que por mais que soem erradas (como na maioria das vezes), nos fazem aprender e ficar mais forte, do que outras mil pensadas e completamente planejadas, que nunca foram executadas e nem tanto saíram dos labirintos que absorvem nossa mente." (devaneios numa noite sem luar)

domingo, 21 de outubro de 2012

Postado por umalguém às 22:23:00 0 comentários
Angustiado é meu peito que hoje chora sobre tua falta. Silencio ao ouvir de longe tua voz trêmula e doce chamando-me, expulsando-me. Adormeço, ouvindo-a sonho com teu riso, com teu gosto, com teu belo rosto. Teu cabelo desarrumado era o meu preferido amava-o meter os dedos e levemente te fazer um "cafuné". Sentir tua falta tornou-se um hábito que não gosto preferia ter-te ao meu lado. Quero a paz do teu peito o teu encantador ao teu lado o aconchego do teu abraço a tranquilidade da tua companhia. Vem comigo agente acha um abrigo cria um perigo pega a minha mão e vem?! Cuida de mim pelo tempo que em que não te tiro de mim [..]

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Postado por umalguém às 20:41:00 1 comentários
eu só queria poder viver um sentimento completo e verdadeiro sincero e honesto que ame e não desame que me exclame, que me faça sentir viva que não atue nessas inverdades, meias partes, metades inexistentes .. um alguém completamente incompleto, cheio de certas incertezas, que amaria sorrir, me olhar sair, caminhar me abraçar, me beijar sinceramente e puramente, seria pedir muito?

domingo, 14 de outubro de 2012

suplicas a ti

Postado por umalguém às 00:02:00 0 comentários
cogito idéias, sonhos e pensamentos. corrompe-me com teu amor me faz esquecer toda dor o teu sorriso é hoje um sonho que teimo em querer realizar teu beijo é um ardor que insisto em querer lembrar sem teu abraço meu peito sangra lágrimas amargas vão secando e deixando um gosto terrível saboreio o tal sentido perdendo a noção já que o coração já perdi a ti peço que não partas, que fique comigo que independente de birras manhãs, choros meus saibas que lhe quero bem e que lhe amo acima de qualquer circunstância eu lhe suplico! não me deixe só por entre a imensidão desse mundo todo não me deixe a ver navios passarem por mim, e eu aqui só não me deixe por um outro alguém, que talvez saiba lhe amar melhor, mas que provavelmente não irá compreender os seus dias de mais profunda agonia, que não vai saber deixar o teu cabelo bagunçado e nem te deixar rindo a toa após um beijo, daqueles de tirar o ar! Aposto eu que, conheço teus detalhes mais insignificantes. tuas mãos, pequenas e suaves. teus pequenos dedos tocando-me só eu sei, o quanto que tudo é vantajoso o quanto gosto de sentir tua barba me tocando teus beijos me cobrindo e teus abraços me protegendo, só eu sei simplesmente assim ... então, fica de bem não me deixa não, deixa eu te provar que eu posso te fazer um alguém feliz comigo sem migo de preferência, ao meu lado. vem ser feliz comigo, vem! retirasse os piores e mais derradeiros pensamentos que habitavam os becos escuros de minha alma, me salvasses e nem sabes, que ironia. segue me salvado .. não me deixa voltar pros erros do passado não .. te suplico

sábado, 13 de outubro de 2012

conto II: a lunática bailarina

Postado por umalguém às 16:42:00 0 comentários
Ela tinha seu próprio habitar. Não precisava que lhe dissesse o que fazer, fazia sem saber. Era das que calçavam a sapatilha e flutuava pelos palcos, olha para cima, o contato com o pública deixava-a nervosa e tal nervosismo a remetia a dores que não gostava de sentir, além de que ao olha para cima, sentia-se cada vez mais perto do mundo que sonhará: o luar. Tais foram as vezes em que se entorpecia de remédios, drogas, álcool e navegava pelos mares e esgotos que sempre a levavam pra lua. Dançava, rolava, ria, brincava, falava e chorava. Os efeitos intermináveis! Mas quando passavam, o triste desgosto e a loucura tomavam conta de sua mente. Quando voltava aos palcos, colocava seus suaves adereços e logo se ia dançar, notava-se a melancolia de seu olhar, era algo que encantava e entristecia quem visse, era alguém de beleza corriqueira e de solidão rara. Não possuía amigos, achava perda de tempo, não tinha tv, achava manipulação, tinha um velho toca discos e mil e um discos, que já conhecia tão bem quanto a si mesma. Sonhava ela em subir aos palcos, ser uma grande bailarina, mas não fazia com que tal sonho se se realiza. Sai, bebia, fuma, cheirava, dormia na rua. Levava a vida de qualquer maneira, não se preocupava com absolutamente nada, tinha seu lugar na companhia e isso já lhe bastava. Ao chegar na companhia onde dançava, foi logo se aproximar para ouvir o anuncio da diretora da companhia que dançará: “VENHAM MENINAS, VENHAM! VAMOS ESCOLHER HOJE O CORPO DE BAILARINAS PARA A APRESENTAÇÃO – LUNÁTICO LUAR”. Ao ir até a inscrição, deparou-se com um turbilhão de pensamentos loucos dizendo que não seria capaz, pensava se seria o álcool da ultima noite que havia deixado ela tonta e enjoada, não tinha certeza. Foi então planejar uma apresentação, estava incerta, incorreta, sentia-se mal, mas pior iria se sentir se não participar, o amor pela lua era maior que suas dores, queria ir pra lua, sonhava com sua morte e se via dançava no branco e pálido ambiente que a lua lhe seria. Ao chamarem ela para sua apresentação, errou! Gritou, chorou, rio. Acabou sendo desclassificada, saiu sem rumo, sem olhar. A droga ainda na mente, mais uma foi, agora ao som de Johnny Cash, um de seus favoritos. Uma leve picada, um sorriso resplandecido de dor, viu-se rodeada de seres de outro mundo, ria ria ria, sem parar. Saiu a caminhar, com uma garrafa embaixo do braço e suas sapatilhas nas mãos, levou junto uns comprimidos para ajudar a dormir. O caminho foi longo, tinha folego, vontade. Caminhou quilômetros, metia-se por entre os carros, dizendo querer ir pra lua. Via-se dançando, flutuando na mais louca atmosfera. Eram 22, 23 horas, sentou-se no parque e dava goles na bebida que ela havia levado consigo, perguntava o porquê de tantas loucuras que havia praticado ria lembrando-se de quando vivia no mundo habitual e normal, lembrava-se de sua família que não via a meses, lembrou de quando ganhou as primeiras sapatilhas e quando aprendeu seus primeiros passos, isso ela delirava ao lembrar, de tão mágico que tudo havia sido para ela. Não entendia o porquê que havia começado a beber, se “chapar” (como ela mesma nomeava o fato de se drogar) o abandono da família, suas desilusões amorosas ou simplesmente o fato de não se suportar e não conseguir aguentar viver num mundo onde o amor não é respeitado e pros que respeitam só restar a dor. Era solitária, fechada e risonha. Ah e ria, desespero, depressão, agonia, frustação, motivos para estar sempre mostrando seus lindos dentes brancos. Era uma completa lunática, endoidecida, que vivia para alcançar a lua e dançar seu ballet, junta a ela. Lembrava de uma vez em que foi pega no terraço do condomínio que morava, com uma escada tentando subir até o céu e beijar a lua. Foi a primeira vez que a internaram. Ficava lembrando-se dos enfermeiros e dos calmantes que jogava fora, pensava se não era por isso que não estava tão na merda. Não tinha dinheiro, reputação, e um sonho de participar de uma apresentação tão mágica quanto aquela, havia se perdido. Não tinha mais o que fazer pela vida, começou a recorda-se de quando era criança. Não tinha brinquedos, apenas as velhas sapatilhas e um toca disco, que toca as mais solitárias e belas canções, levando-a a conhecer a solidão desde a infância, estava acostumada a ficar só, não por falta de pessoas (dizia sempre: até que sou interessante, só não gosto de companhias) não gostava de controle nenhum sobre ela e nem que lhe dissessem as coisas, gostava é de ficar sozinha na manhã de domingo, gostava de acordar no meio da noite e sentar-se na beira de sua cama e cortar-se, sentia prazer na dor que sentia, sorria e sorria bonito, mesmo tendo cortado se e virado noites em claro ensaiando mil e uma coreografias que jamais apresentaria. Sentia um medo danado da morte, mas nunca fez nada pra tarda-la, pelo contrário, começou a usar drogas e beber logo sua família abandona-la. Não tinham esperança nela, alias nem ela nela mesma, queria viver sem ninguém junto a ela e conseguiu. Estava só na multidão, só entre os pássaros, só abaixo das estrelas. Sua loucura aumentou no hospital, ela tinha certeza. Virava noite sentada numa varanda observava, o tão só e linda que a lua era. Sentia-se assim. Pedia ela todas as noites que quando fosse levada para além da vida, fosse para junto a lua, para que fosse observada e que as pessoas tivessem prazer em ve-la sempre e não repulsa. Foi tomando goles e goles da bebida que carregará, tomou junto alguns comprimidos para a insônia, que o médico do hospital psiquiátrico havia receitado. Sem nem perceber ao certo, foi caindo do banco e adormecendo lentamente. Permanecia agarrada a suas sapatilhas e aquela garrafa de bebida barata, tomou mais alguns comprimidos, jogou o restante fora e começou lentamente cantando a primeira música que lembrará ter escutado com seu pai quando criança: “Amigos presos Amigos sumindo assim Prá nunca mais Tais recordações Retratos do mal em si Melhor é deixar prá trás... Não, não chore mais Não, não chore mais Oh! Oh!” (Gilberto gil) Terminando a canção, ela adormece para que finalmente possa subir e ficar junto a lua, vivendo de sua dança, amando sua loucura e enfim, só. Sem a tv que não gostava, nem as pessoas que tanto odiava, sem a família que lhe deixará, sem julgamentos, sem suas drogas, suas bebidas. Levou consigo a leveza da partida, suas sapatilhas, seu sorriso sempre indisposto, sua fiel solidão e sua vontade irremediável e interminável de flutuar por entre o imenso céu azul, e claro, tudo isso acompanhada pelas estrelas e iluminada pela tão sonhada e idealizada lua.
Postado por umalguém às 16:40:00 0 comentários
novas cores, novas histórias novos pontos muitas interrogações e raros casos de exclamações mil e uma reticências. em caso de grande abstinência sentimental, favor consulte um guru, um poeta ou quem sabe um açougueiro sim, um açougueiro, cá pra nós .. mas eles conhecem muitos cortes interessantes. enfim, não entregue-se seja forte, ame-se a si mesmo e só! o ego e o ismo devem andar de mãos dados, caro amigo. ame-se, apenas e simplesmente.
 

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